Marcio Pauliki - Gestão do jeito certo e de resultados

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Qual será a decisão do Prefeito?

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23/08/2019

Na coluna do Gestão do Jeito Certo e de Resultados vamos falar novamente de mais um aumento que a Sanepar quer impor a todos aos paranaenses e em Ponta Grossa tem um caso especial que está bem complicado.

Durante os dois últimos anos como deputado estadual eu lembro que juntamente com um grupo de deputados fizemos um pedido para que a Sanepar reduzisse a tarifa mínima de 10m3 para 5 m3 também em valor ou então acabasse com a tarifa mínima pois muitas pessoas consomem por exemplo 3 m3 e acabavam pagando por 10m3.

E o que a dona Sanepar fez, foi lá aproveitou uma reposição da inflação de 8% e reduziu de 10m3 para 5 m3 , porém os valores diminuíram pouco. Entramos na justiça, comunicamos o Procon, tem aquela oposição politiqueira que falou que nós tínhamos sido coniventes com a Sanepar e pelo contrário tomamos medidas judiciais.

Pois bem, além da Sanepar não resolver essa questão, sabe o que acontece agora? Estão pedindo mais 12% de reajuste, o que representa 3X mais que a inflação do período. Frente a isso o vereador Jorge da Farmácia que foi corajoso foi no Tribunal de Justiça pedir para que esse aumento não acontecesse em Ponta Grossa.

Segundo o Tribunal de Justiça, cabe ao prefeito de Ponta Grossa tomar a decisão de quanto aumentar. Cabe agora ao prefeito se dedicar a essa matéria, respeitando e defendendo o cidadão de Ponta Grossa falar a Sanepar que já teve um lucro de R$ 300 milhões de reais segundo a ACIPG que está defendendo o reajuste conforme a inflação do período.

Sabe o que o prefeito respondeu: Vou fazer o que a média fizer e o que for imposto no Paraná, que é os 12%. Então o prefeito está querendo agradar a Sanepar ou o governo, o que é bem diferente de ser parceiro, é você querer agradar um governo em detrimento ao sacrifício da nossa população.

E agora prefeito? Irá a favor da Sanepar ou dos ponta-grossenses? A decisão está em suas mãos!

Desde já quero dar os parabéns ao vereador Jorge da Farmácia que entrou na justiça e a ACIPG onde ambos defendem reajuste máximo dentro da inflação que não passou de 3,5%.

Nada mais justo!