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Propostas de Pauliki integram Paraná Competitivo 2

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A preocupação em gerar rendas, empregos, atrair novos empreendimentos e fortalecer empresas locais e regionais. Esses foram os principais pontos analisados tecnicamente pelo deputado estadual Marcio Pauliki para apresentar ao governo do Paraná e integrar a segunda fase do programa Paraná Competitivo, lançado nesta quinta-feira (16) no Palácio Iguaçu, em Curitiba. Como presidente da Comissão da Indústria, Comércio, Emprega e Renda da Assembleia Legislativa, Pauliki discutiu amplamente o assunto com integrantes do governo paranaense e com entidades que representam empreendedores, trabalhadores e gestores. Ao contrário da primeira fase do Paraná Competitivo, que priorizou a vinda de indústrias, a nova fase irá abranger a instalação de novas empresas, distribuidores, estabelecimentos comerciais atacadistas e varejistas e demais segmentos empresariais. “Além disso, temos que fortalecer e valorizar as empresas que já estão no nosso estado, para que geram cada vez mais renda e emprego. Esse é nosso Pacto pelo Emprego”, ressalta Pauliki. Outro ponto adotado pelo governo estadual protocolado pelo deputado Pauliki é incentivar a instalação e atuação de empresas do ramo e-commerce, que tem crescido de forma intensiva nos últimos anos. “O Paraná não pode perder a chance de apostar nesse segmento que já está consolidado na economia nacional”, explica o parlamentar. Também foi acatada a proposta apresentada por Pauliki de utilizar os débitos do ICMS para a aquisição de ativos imobilizados, que formam o conjunto de bens necessários à manutenção das atividades da empresa, caracterizados por apresentar-se na forma tangível (edifícios, máquinas, etc.). Também abrange os custos das benfeitorias realizadas em bens locados ou arrendados. Essa proposta é fruto de intensas reuniões entre entidades e o deputado. Dessa forma, a empresa poderá usar créditos próprios acumulados de ICMS no pagamento de bens previstos para os investimentos, como peças e partes de máquinas, veículos e materiais destinados a obras de construção civil do empreendimento, por exemplo. A medida beneficia principalmente exportadores, como as cooperativas, e empresas que têm diferimento de ICMS na cadeia. Essas empresas acumulam créditos de ICMS e poderão aderir a esse incentivo até o fim do ano. Segundo o governo estadual, há pelo menos R$ 1 bilhão em créditos de ICMS acumulados pelas empresas nas exportações ou diferimento na cadeia que poderão ser convertidos em investimentos no Estado, ajudando a movimentar a economia. Além disso, Pauliki sugeriu que os créditos disponibilizados pelo poder público sejam utilizados, preferencialmente, em produtos fabricados no Paraná. “Todas essas medidas são fundamentais para o ciclo econômico do estado e, evidentemente, para a sociedade”, salienta Pauliki. Repercussão A participação de Pauliki foi, segundo o governador do Paraná, Beto Richa, fundamental para a consolidação do Paraná Competitivo 2. “A participação do Pauliki foi muito importante como presidente da Comissão de Indústria e Comércio, a boa interlocução com todos os setores e entidades que representam o setor produtivo, comércio e serviço, a indústria do Paraná porque nesse diálogo conseguimos elementos suficientes para aprimorar e reformular o bom programa que já ajudou muito o desenvolvimento do Paraná, que é o Paraná Competitivo”, afirma Richa. Para o secretário da Fazenda, Mauro Ricardo Costa, o deputado Pauiki desempenhou importante papel como o interlocutor trazendo o pleito das entidades comerciais para que pudessem participar do Paraná Competitivo. “Foi um belo trabalho do deputado Pauliki. Fizemos várias reuniões na Assembleia, na Secretaria da Fazenda e em alguns municípios discutindo a melhor participação da atividade comercial dentro do programa”, destaca. Já o presidente da Federação das Associações Comerciais e Empresariais do Paraná (Faciap), Marco Tadeu Barbosa, ressalta que a inclusão do setor comércio é fundamental para as cidades de todo o estado, em especial as do interior. “Um projeto desse vai gerar desenvolvimento, riqueza, fazendo com que as empresas invistam no seu negócio, trazendo arrecadação de impostos e aumentando as vagas de emprego”, destaca Barbosa. Desde que foi criado em 2011, o Paraná Competitivo contabiliza R$ 42 bilhões em investimentos, sendo R$ 24 bilhões de empresas privadas e R$ 18 bilhões de estatais. O número de empregos diretos gerados por meio dos incentivos concedidos é de cerca de 100 mil – ou 430 mil se forem considerados os empregos indiretos e o efeito renda de cada projeto.